Cinema e Patrocínio - 2009
http://www.youtube.com/watch?v=rlPYfFMn1VQ
A sociedade do hiperconsumo - Gilles Lipovetsky
Busca por sentido, valor e espiritualidade nos negócios Capitalismo Consciente / Patricia Aburdene -
Transformação social: convergência de novos valores e necessidades econômicas Participação de todos os stakeholders Visão holística
Qual é o seu ponto? Rita Almeida, CO.R Inovação -
“Cada coisa que a gente faz e usa tem um impacto no todo”
Hipermodernismo e capitalismo consciente -
Rita Almeida
“The Rise of Conscious Capitalism, de Patricia Aburdene, discutem em maior profundidade os novos caminhos do consumo e, principalmente, o novo papel de quem cuida da oferta de produtos, serviços e da informação, que rapidamente se transforma em modelos de consumo”
“Segundo esse pensamento, a maior luxúria dos próximos anos será podermos comprar produtos e, principalmente, marcas com as quais tenhamos identificação de valores.”
“ Talvez, ao considerar todo o sistema e todos os interesses (produtores, consumidores, sociedade e investidores) e as relações entre eles, possa ter ainda mais lucro”
A sustentabilidade vem de baixo -
“O ‘Protocolo da Base da Pirâmide’ propõe outro modelo de atuação junto às comunidades mais pobres do mundo. A premissa básica é que as empresas não partam do princípio de que já conhecem as necessidades desses consumidores e, sim, que estejam dispostas a ouvir, entender a estrutura em que vivem e aprender com eles sobre o que realmente precisam.”
“É uma via de mão dupla”
“Stuart Hart defende a idéia de que a sustentabilidade ambiental vai acontecer, primeiro, entre a população de baixa”
“Desde a Revolução Industrial, o processo produtivo deixou de fazer parte da comunidade, provocando um distanciamento entre o trabalhador e o que ele produzia. O objetivo do Protocolo é reinserir a produção e parte do comércio como serviços que atendem às demandas da própria comunidade”
“Diferentemente de outras marcas, elas entenderam que canais diferentes requerem atitudes diferentes”
“Para criar um vínculo real com os consumidores, é preciso estabelecer uma relação de troca, em que a companhia também seja capaz de aprender alguma coisa”
“Simplicity is about subtracting the obvious and adding the meaningful”
Revista EXAME - Yuri Vasconcelos | 01.12.2005
“Trata-se de uma abordagem completamente nova da responsabilidade empresarial”
“A expansão no consumo implica, como observa Prahalad, um aumento do risco ambiental em todo o mundo”
Criatividade vem de restrição (Creativity comes from constraint) / “da adversidade vivemos” H.O.
Valor Econômico / Angela Bittencourt / São Paulo 28/05/2010
De olho no avanço da população de baixa renda para a classe média, os bancos “investem” para receber uma massa de investidores despreparados para lidar com o universo financeiro.
Um batalhão de consumidores reunidos na classe D, turbinado por crescimento econômico consistente e vigorosa oferta de trabalho, tem poder de compra suficiente para sancionar gastos de R$ 380 bilhões em bens e serviços apenas em 2010 - cifra que vai superar a soma do consumo das classes B e C, calcula o Bradesco.
A chegada desse batalhão atordoa economistas preocupados com demanda e inflação, alegra o comércio e anima os bancos.
Na última década, mostra o Fundo Garantidor de Crédito, dobrou o número de aplicadores de até R$ 5 mil no mercado brasileiro. No final de 2009, cerca de 136 milhões de clientes tinham algum dinheiro no “colchão”.
Cadernetas de poupança, títulos de capitalização e títulos bancários estão no foco do movimento “formiguinha”, incentivador da mobilização de grandes bancos na formatação de produtos, treinamento de mão de obra e educação financeira.
Os bancos correm para mapear a nova clientela por constatar que valores e comportamentos que pautam o relacionamento com clientes de maior porte ou renda, nem sempre se aplicam aos clientes emergentes.
O Bradesco atende o segmento da baixa renda há dez anos. O Banco do Brasil atua fortemente há três anos. A Caixa oferece produtos a esse público desde 2003, ampliando sua presença nesse mercado a partir de 2006.
Uma pesquisa do Data Popular para a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) dá dicas para lidar com esse novo cliente.
Briga de casal, cano entupido e pneu furado, que tiram a paciência de qualquer um, podem implodir o orçamento de milhões de brasileiros, levando à inadimplência, mostra a pesquisa.
Lazer e imprevistos não são racionalizados e, por isso, não são computados no orçamento doméstico que pode ser abalado por eventos corriqueiros.
Entre os “grandes” imprevistos que podem desequilibrar os clientes da baixa renda estão uma gravidez inesperada, a morte de um familiar, uma doença ou uma separação. Entre os “menores” estão pneu furado, assalto ou um convite inesperado para um aniversário.
O Data Popular avisa que dinheiro, para esse segmento de cliente, é um meio e não um fim. Não há preocupação em construir patrimônio financeiro, mas em garantir bem-estar para a família e para os amigos.
A pesquisa alerta que o consumidor acredita que sua vida melhorou e que vai continuar melhorando. Portanto, um programa de educação financeira não pode caminhar na direção contrária a este otimismo. O mercado de trabalho forte incentiva os bancos a acolher os aplicadores emergentes. Em contraponto, o desemprego e a informalidade servem de alerta para riscos de inadimplência.